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Porque Estudar os Selos, Trombetas e Taças? – Mike Bickle

6 de outubro de 2015

Devido ao “burburinho” recente sobre o fim do mundo, catástrofes, lua de sangue, apocalipse e textos fora de contexto, resolvi traduzir um material do Mike Bickle focado especificamente nas 3 séries de Julgamentos de Apocalipse mais conhecidos como Selos, Trombetas e Taças.

Meu desejo é que esta pequena introdução gere em você, querido leitor, um santo desejo de estudar as escrituras profundamente.

  • Pretendo continuar traduzindo conforme Deus me der graça (tempo) e parceiros para ajudar a traduzir.
  • Perguntas são bem vindas, discussões também.
  • Ironia, orgulho, arbitrariedade e outros afins não são bem vindos.
  • Pode copiar, publicar, etc, etc.
  • “Nosso Copyright é o seu direito de copiar” Mike Bickle

Victor Vieira

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1 – Três Séries de Julgamentos: 7 Selos, 7 Trombetas, 7 Taças

A – as três séries de julgamentos relacionados em Apocalipse são: 7 Selos (Ap 6), 7 Trombetas (Ap 8-9) e  7 Taças da Ira de Deus (Ap 15 e 16). Eles descrevem os julgamentos que serão liberados sobre o anticristo e seu império durante a Tribulação.

B – O livro de Apocalipse é sobre a Revelação de Jesus, pois revela seu coração, poder e liderança para preparar as nações para a glória de Deus. O propósito do Pai em nos dar este livro é revelar a majestade de Jesus. Secundariamente, Apocalipse é um livro sobre o fim dos tempos.Se lermos este livro com a perspectiva correta, isso nos fará adorar a Jesus e confiar em Sua liderança.

C – Os eventos profetizados em Apocalipse são muito importantes. Eles incluem a volta de Jesus à terra para estabelecer seu Reino enquanto ele libera julgamentos e lança Satanás na prisão.

D – Devemos ensinar e meditar neste assunto regularmente para que a “fumaça da falta de fé” possa deixar nossa mente em relação a estes eventos históricos, sem precedentes. Não veremos este assunto com clareza até nos familiarizarmos com o que as escrituras dizem sobre eles.

E – O ponto principal do livro de Apocalipse é Jesus retornando à terra no contexto de julgar o império do anticristo na Grande Tribulação por 3 anos e meio. O assunto secundário é a tribulação contra os santos causada pelo anticristo (Ap 12:12; 13:4, 8).

F – Apocalipse é o livro de “Atos do fim dos tempos”, os atos do Espirito através da Igreja no fim dos tempos. Assim como Moisés liberou as pragas de Deus sobre o Egito através da oração, e os Apóstolos liberaram o Seu poder no livro de Atos pela oração, também a tribulação será liberada pela oração sobre o império do anticristo. Os milagres do Exodo e de Atos serão combinados e multiplicados em nível global.

G – O livro de Apocalipse é um “manual de oração canonizado” que equipa a Igreja para ser parceira de Cristo contra o anticristo. Nada como isso aconteceu em toda história, onde centenas de milhões se unem em oração com um “manual infalível” que revela o plano de Batalha de Jesus.

H – O movimento de oração do fim dos tempos sob a liderança de Jesus irá liberar Seus julgamentos através da oração (Ap 5:8, 6:9-11, 8:3-5, 9:13, 10:6, 16:7; 19:2). Não devemos temer a Grande Tribulação como se fossemos vitimas sem poder. Com ousadia nos posicionamos como Noiva de Cristo para liberar pela oração.

Estejam na sua garganta os altos louvores de Deus, e espada de dois fios nas suas mãos,

Para tomarem vingança dos gentios, e darem repreensões aos povos;

Para prenderem os seus reis com cadeias, e os seus nobres com grilhões de ferro;

Para fazerem neles o juízo escrito; esta será a honra de todos os seus santos. Louvai ao Senhor.

Salmos 149:6-9

2 – Entendendo a Série de Três Julgamentos de Deus (Ap 6-16)

A – As três séries de julgamentos são eventos literais que não devem ser explicados simbolicamente ou historicamente. Nosso método de interpretação é simples, literal e com abordagem de senso comum. Todos os eventos e números no livro de Apocalipse são para ser entendidos de forma literal a não ser que sejam especificamente indicados como simbólico, como em Apocalipse 1:20, 5:6, 11:8, 12:1, 3, 9, 17:7, 9.

B – As três series de julgamentos são futuros. Eles ainda não aconteceram na história. A Visão preterista de forra errônea vê muito do livro de Apocalipse como já cumprido na destruição de Jerusalem e na queda do império Romano (nos três séculos após a morte de Jesus). O ponto de vista histórico erroneamente interpreta apocalipse como o desenrolar progressivo da história da Igreja ao ver muitas destas profecias como cumpridas ao longo da história. O ponto de vista idealístico não vê nenhuma aplicação de fim dos tempos no livro de Apocalipse, e erroneamente o interpreta como mero simbolismo do conflito espiritual entre o bem e o mal que ocorreu ao longo da história.

C – A série de três julgamentos são numeradas de acordo com a ordem cronológica em que eles acontecem. Por exemplo, o primeiro selo é seguido do segundo selo, que da sua vez antecede o terceiro e assim por diante. Por que os julgamentos de Deus ocorrem em seqüência numerada, a Igreja global pode ser unir em fé e oração para os liberar contra a opressão do anticristo.

D – As três sérios de julgamentos são redentivas. Eles vão criar uma crise global que resulta em muitos não convertidos clamando por salvação, enquanto resiste a perseguição do anticristo aos santos e destrói sua infra estrutura mundial opressiva. Apocalipse não é a profecia do dia do juízo final e do fim do mundo. Ele é sobre o novo começo de Deus para o mundo. O nascimento de uma criança é o fim de uma gravidez, mas é muito mais sobre o nascimento de uma nova vida. Nós estamos chegando ao fim da noite escura da opressão de Satanás na história humana, e no nascer de um novo dia.

E – A série de três julgamentos é progressiva e com isso elas crescem em intensidade conforme cada série é liberada. O Julgamento dos Selos é superado em severidade pelo Julgamento das Trombetas, que é superado pelas Taças. Por exemplo, um quarto da raça humana morre no quarto selo (Ap 6:8), e ainda há um aumento para um terço morrendo na sexta trombeta (Ap 9:15).

  1. Os Selos nos alertam de algo importante que virá. Eles são preparatórios, semelhantemente a um embrulho de presente que embala o conteúdo dentro do pacote. O embrulho cria a expectativa para o mistério que está dentro. A natureza do selo é manter privado algo que se aguarda. O conteúdo dentro de um rolo sempre é muito mais importante que os selos que mantém a sua privacidade. Os sete selos ao redor do rolo precisam ser rompidos para abrir o rolo e para liberar o seu conteúdo misterioso (O Plano de Batalha de Jesus).
  2. As trombetas nos advertem se algo mais severo que está por vir. Eles falam dos iminentes desastres que exigem ações extremas, desesperadas e emergenciais.
  3. As Taças são derramadas totalmente, sem nenhum atraso ou impedimento.

Continua…

Original: Mike Bickle – Seals, Trumpets and Bowls: Jesus’ End-Time Judgments – IHOPKC
Tradução: Victor Vieira

Quem são os 7 anjos das 7 igrejas? @BobSorge

28 de janeiro de 2014
ANGELS-
Talvez você, assim como eu, tenha gastado um tempo pensando no que Jesus queria dizer quando falou sobre “os anjos das sete igrejas”. Aqui está a referência do texto:

Este é o mistério das sete estrelas que você viu em minha mão direita e dos sete candelabros: as sete estrelas são os anjos das sete igrejas, e os sete candelabros são as sete igrejas”. Apocalipse 1:20

Quando Jesus falou das sete estrelas como sete anjos, nossa primeira pergunta é: Será que Ele estava falando de anjos celestiais que presidem as igrejas, ou de mensageiros humanos que presidem as igrejas?

A palavra grega angelos que é usada aqui, é definida pelo Vine’s Expository Dictionary of New Testament Words como sendo “um mensageiro (angello: entregar uma mensagem) enviado por Deus ou por homem ou por Satã.” Angelos pode se referir tanto a um anjo celestial quanto a um mensageiro humano. A qual dessas interpretações Jesus estava se referindo?

O contexto nos explica. Note que nos versos seguintes “você” aparece no singular porque Jesus estava falando a uma pessoa só. Falando diretamente ao “mensageiro” de cada igreja, Ele disse coisas do tipo:

Contra você, porém, tenho isto: você abandonou o seu primeiro amor. Lembre-se de onde caiu! Arrependa-se e pratique as obras que praticava no princípio. Se não se arrepender, virei a você e tirarei o seu candelabro do seu lugar. Apocalipse 2:4-5

Não tenha medo do que você está prestes a sofrer. Apocalipse 2:10

Conheço as suas obras, sei que você não é frio nem quente. Melhor seria que você fosse frio ou quente! Assim, porque você é morno, nem frio nem quente, estou a ponto de vomitá-lo da minha boca. Apocalipse 3:15-16

É difícil conceber a ideia de anjos celestiais deixando suas funções principais, precisando arrepender-se, sofrendo perseguições ou sendo vomitados da boca de Jesus. Essas coisas obviamente descrevem humanos. Concluímos, portanto, que Jesus queria usar o significado da palavra angelos significando “mensageiro” e Ele estava falando para o líder humano primário de cada uma das sete igrejas.

Nossa próxima pergunta é: Porque Ele os chamou de estrelas e mensageiros ou anjos? Porque não os chamou de pastores? Porque o líder humano primário de uma igreja local não é necessariamente um pastor. Algumas igrejas são dirigidas por um pastor, mas outras por um apóstolo, ou administrador, ou alguém com um dom de liderança, etc. Jesus usou “estrela” e “mensageiro” como termos abrangentes para o líder humano primário de uma igreja local, independente de seu chamado particular ou mistura de dons.

A pergunta seguinte é: Porque Ele chama essa pessoa de estrela? Estrelas têm duas qualidades que caracterizam o líder de uma igreja local. Estrelas são luminares e têm uma força gravitacional forte. Da mesma forma, um líder de uma igreja local devem ser um luminar que brilhe muito para o Senhor de uma maneira especial e também têm de ter uma força gravitacional em si – ou seja, devem ter a habilidade de atrair as pessoas a inseri-las em uma identidade corporativa para que possam operar como uma família espiritual.

Jesus atribuiu a responsabilidade de promover saúde espiritual e obediência daquela igreja ao líder humano primário (“estrela”) de cada igreja

Implicitamente em Suas palavras, Jesus reconhece que uma igreja local deve ter um líder primário. Alguns cristãos supõem que uma igreja local deve ser governada por uma pluralidade de líderes sem que nenhum esteja sobre os outros. Você concorda que as palavras de Jesus fariam esse tipo de liderança um paradigma normativo?

Por Bob Sorge

bob-blog-photoBob Sorge é um autor e pregador intinerante. Em 1992, ele sofreu um ferimento em suas cordas vocais que fez com que sua voz se reduzisse a quase nada além de um sussurro. Como resultado deste ferimento, ele só é capaz de sussurrar por uma hora a cada dia antes que a dor o force a ficar em silêncio. Antes deste ferimento acontecer, Bob era um Pastor Sênior e um líder de adoração. Como resultado de sua dor vocal e sua fraqueza, ele foi forçado a entregar os cargos na igreja onde serviu por 13 anos. Desde então, Deus o conduziu em uma jornada inesperada como ministro no corpo de Cristo. Através de seu sofrimento pessoal e pelo desespero de sua busca por Jesus, Deus tem dado a ele uma mensagem que capacita os crentes a encontrar os propósitos redentivos de Deus nas maiores provações da vida.

www.bobsorge.com

Tradução: Christiê Vieira
Revisão: Victor Vieira

 

O Ambiente do Trono / Características e Revelação

2 de fevereiro de 2012

O Ambiente do Trono / Pat Mavenko Smith

Todos os meses na nossa comunidade, paramos os 3 primeiros dias para jejuar e orar.

Para que nossa vida no Lugar Secreto seja produtiva, fluente e agradável, tenho proposto estudos que revelam características a respeito de quem estamos nos relacionando: Deus.

Confira também o material sobre as 18 características de Jesus em apocalipse 1

A idéia é fazer com que nossa experiência no Lugar Secreto seja racional, sustentada na palavra, duradoura e nos livre da desilusão de durar pouco. Creio que termos conhecimento sobre onde estamos, com Quem estamos lidando, quais são Suas expetativas e interesses vai ser muito útil e prático.

Não sei se deu para perceber, mas tenho grande interesse em reuniões de oração, e dirigi-las ultimamente tem sido uma grande alegria, sempre cheias de surpresas e da preciosa presença de Jesus.

Mas quando me preparo para dirigir uma reunião de oração, ou para o meu tempo pessoal, sempre tenho em mente que estarei diante do trono de Deus, o centro de controle do universo. Me sinto confiante para preparar o material a ser seguido, mas sei que tenho que estar pronto para “improvisar” de acordo com que a conversa caminha.

Não se preocupe se alguém disser que você está metodizando o seu encontro com Deus. Estamos falando de uma longa vida, de disciplina e perseverança. Use e confie em ferramentas que te proporcionam isto, e que estão respaldadas pelo poder do exemplo e da estrada 🙂

vamos lá:

 

Apocalipse 4 é o “ambiente da beleza de Deus”.

O capítulo 4 de Apocalipse nos dá a maior revelação da beleza de Deus nas Escrituras. O que Deus colocou a Seu redor expressa a Sua beleza à Sua criação.

Apocalipse 4:2-7 descreve 4 categorias da beleza de Deus, com 3 temas específicos cada (um total de 12).

1. A beleza da Pessoa de Deus: a aparência, o sentimento e as ações de Deus (Ap 4:3)

Pedras preciosas, falam de beleza incomparável e inesgotável.

O Arco da aliança fala do comprometimento de Deus com os homens. Deus ter um arco-iris no ambiente do seu trono é o mesmo que um pai que possui uma bela foto de seus filhos em seu ambiente de trabalho.

2. A beleza dos Parceiros de Deus: a Igreja entronizada, vestida e coroada (Ap 4:4)

Nós não como nos vemos, mas de baixo da poderosa perspectiva do próprio Deus: Em lugar de honra e autoridade, vestidos de santidade e totalmente regenerados em nossa natureza e tendo alcançado o prêmio.

A Beleza dos Parceiros de Deus / Pat Mavenko Smith

3. A beleza do Poder de Deus: poder manifesto com relâmpagos, vozes e trovões (Ap 4:5 ver também Ex 19:16-19)

Da mesma forma como receber um raio na cabeça deve ser bem marcante, o que acontece na presença de Deus deve marcar nossas vidas. Devemos tomar nota do que Deus está fazendo para viver conforme fomos marcados. Lembre-se de quantas palavras poderosas você já recebeu e nem se lembra mais. Devemos gravar estas vozes que saem do trono.

4. A beleza da Presença (fogo) de Deus: nas lâmpadas, no mar de vidro e nos serafins. (Ap 4:5b-7; Ap 15:2)

As lâmpadas nos falam da obra e da presença do Espirito em nós, e se nos lembramos das características de Jesus, sabemos que Ele anda no meio dos candeeiros (lâmpadas), pois se envolve profundamente conosco. Ele anda junto a nós, e está sempre ciente das nossas necessidades, fragilidades e pressões.

O Mar de Vidro é o lugar onde os santos se reúnem diante de Deus. Vidro sempre vai lembrar transparência tanto diante de Deus como diante da comunidade de Santos reunidos diante do Trono.

Serafim literalmente significa “fogo” ou “aquele que queima”. São os primeiros na hierarquia dos anjos e Deus faz dos seu mensageiros chamas de fogo. Que ele faça isto em nós também.

Também é interessante notar que os 4 seres são cheios de olhos, pois sua principal ocupação é estar fascinado com a beleza daquele que se assenta no trono. Creio que esta fascinação gerada pela beleza produz duas coisas nos 4 seres viventes que precisamos em nossas vidas:

  1. produz força para estar incansável na presença de Deus.
  2. reproduz em suas próprias feições as características daquele a quem eles adoram; Jesus é o Rei dos Reis (leão), o Servo de Todos (novilho), o filho do Homem (homem) e o Filho de Deus (águia).

Extraido do Book of Revelation Study Guide de Mike Bickle

Ilustrações por Pat Mavenko Smith / Revelation Illustrated

 

 

 

18 descrições de Jesus em Ap1

6 de janeiro de 2012

Fascinar = Atrair irresistivelmente 🙂

 

Este material foi traduzido e adaptado do livro Book of Revelation Study Guide do Mike Bickle. Tem sido uma ótima ferramenta para períodos de jejum e oração, meditação, e para descobrir mais sobre quem é este fascinante homem-Deus.

Este livro é tão bom, mas tão bom, que foi compilado pela Misty Edwards, e tem até um app de Iphone para ele. Este assunto é tratado ainda no comecinho do livro, e o restante é tão bom quanto o começo! Realmente eu recomendo a leitura a quem tiver acesso.

Mensalmente nós tiramos 3 dias na primeira semana do mês para Jejuar e expandir nosso coração, afim de amar mais a Deus e desfrutar mais do Seu amor por nós. Neste janeiro, este foi o assunto (embra seja assunto para uma vida inteira!).

Nosso exercício se baseia em Apocalipse 1:3: “Bem-aventurado aquele que , e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas…”

  1. Passamos ponto por ponto, lendo e meditando no tema; orando e concordando com a descrição que João descreve sobre Jesus.
  2. Paramos para ouvir o que o Espirito Santo tem a dizer sobre a descrição em questão. E realmente Ele traz clareza e profundidade sem igual!
  3. Concordamos com o que o ES falou, e nos comprometemos a guardar aquela revelação, a colocando em prática, a ensinando, e orando para que este entendimento alcance a Igreja.

Simples assim, profundo de mais!

Em tempos de Facebook e tantas outras distrações, ouse se fascinar por Jesus!

Um abraço,

Victor Vieira

18 DESCRIÇÕES DE JESUS EM APOCALIPSE 1

1 e 2 – Alfa e Ômega: v.8

Ele é Divindade com integridade (inteireza) absoluta na sabedoria e no amor. O alfabeto grego inicia-se com a letra “alfa” e termina com a letra “ômega”. A frase Alfa e Ômega significa a primeira e a última letra, incluindo todas as outras letras no meio, que indica inteireza. Este título revela Jesus como o Senhor soberano sobre tudo que acontece no curso inteiro da história. Jesus estabeleceu um plano eterno para nós, sem nada a faltar.

3 – Voz como trombeta: v.10

Ele é a testemunha que avisa fielmente as pessoas sobre a vinda de juízo. Ele é a Testemunha Fiel e Verdadeira, nos dizendo a toda a verdade (Ap 1:5; 3:14).

4 – Anda no meio dos sete candeeiros de ouro: v.13

Ele anda no meio dos candeeiros (Igreja; Ap 1:20), pois se envolve profundamente conosco. Ele anda junto a nós, e está sempre ciente das nossas necessidades, fragilidades e pressões.

5 – Filho do Homem: v.13

O Deus-Homem que governará todas as nações da terra como o Rei dos reis, conforme prometido a Davi em 2 Samuel 7 e visto em Daniel 7:13-14.

(Dn 7:13-14) 13 … eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de Dias… 14 Foi-lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído.

6 – Vestido de uma veste talar: v.13

Ao usar a vestimenta de um sumo sacerdote, Jesus se mostra como o Sumo Sacerdote, que se compadece por nós e que é favorável a nós, e que nos preparou um caminho para vivermos na presença de Deus.

(Hb10:19-22) 19 Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus, 20 pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne, 21 e tendo grande sacerdote sobre a casa de Deus, 22 aproximemo-nos…

(Hb 4:14-16) 14 Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote… 15 Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado. 16 Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna.

7 – Cingido à altura do peito com cinto de ouro: v.13

Ele possui o peitoral de um sumo sacerdote Judeu, sendo o nosso mediador eterno e definitivo. O Ouro fala de pureza e intimidade  (Ex 25:7; Lv 16:4).

8 – Cabeça e cabelos brancos como a lã, e brancos como a neve: v.14

Deus Pai, O Ancião de Dias, possui cabelos brancos (Dn 7:9). Significa a preexistência eterna de Jesus, com pura e perfeita sabedoria e dignidade (Lv 19:32; Pv 16:31).

(Dn 7:9) 9 … o Ancião de Dias se assentou… os cabelos da cabeça, como a pura lã…

9 – Olhos como chama de fogo: v.14

O olhar de Jesus busca e penetra todas as coisas, semelhantemente ao fogo que penetra o metal. Ele é Deus, com olhos como de fogo que transfere o amor santo e remove tudo aquilo que resiste a este amor. Ele possui olhos de amor e zelo por Seu povo, como um Noivo. (Ap 2:18-23)

10 – Pés semelhantes a latão reluzente (bronze): v.15

Ele julga o pecado. O Seus pés são semelhantes a latão reluzente, que julgam todos os Seus inimigos. como um poderoso guerreiro. Jesus está comprometido em pisar vitoriosamente sobre Jezabel. Ele colocará todos os Seus inimigos debaixo de Seus pés (Sl 110).

11 – Voz como uma voz de muitas águas: v.15

Ele possui uma voz poderosa, como em Genesis 1, e que comanda os exércitos do Céu e da Terra.

(Joel 2:11) O SENHOR levanta a voz diante do seu exército; porque muitíssimo grande é o seu arraial…

12 – As sete estrelas na sua mão direita: v.16

Jesus segura na sua mão as nossas vidas, com a promessa de dar-nos unção, direção e proteção. Ele demonstra ternura para conosco, mesmo quando nos sentimos inadequados ou quando falharmos. Jesus segura Seus líderes na Sua mão, enquanto nos ajuda a realizar o que Ele nos ordenou.

13 – Aguda espada de dois gumes que sai de Sua boca: v.16

Ele libera o poder do Espírito Santo e Seus juízos. Com zelo, Ele peleja por nós com a espada de Sua boca, contra todo aquele que nos opõe. O fôlego de Sua boca é outra forma de expressar o poder de Suas palavras.

(Ef 6:17) … a espada do Espírito, que é a palavra de Deus.

(Ap 19:15) 15 Sai da sua boca uma espada afiada, para com ela ferir as nações; e ele mesmo as regerá com cetro de ferro…

14 – Rosto como sol: v.16

Ele traz fascinação à Sua Igreja capturando sua atenção, e o Seu rosto é uma arma contra os Seus inimigos, uma vez que é impossível olhar diretamente ao sol. Ele é a Estrela da Manhã, que nos enche de brilho.

(2 Ts 2:8) e, então, será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca e aniquilará pelo esplendor da sua vinda

15 e 16 – Jesus é o Primeiro e o Último: v.17

Remete a Sua humanidade. Ele é o primeiro ressurreto dentre os mortos (1 Co 15:20) e o primeiro em autoridade (Cl 1:15, 18; Ap 5:12). Este é a descrição de Jesus mais utilizada em Apocalipse (Ap 1:11, 17; 2:8; 22:13). Ele fez esta citação no contexto de Sua morte e ressurreição, e chama-nos a resistir o medo, mesmo diante de martírio.

(Ap 2:8-10) 8 Estas coisas diz o primeiro e o último, que esteve morto e tornou a viver… 10 Não temas as coisas que tens de sofrer… Sê fiel até à morte…

(Cl 1:5, 8) 5 … o primogênito de toda a criação… 18 Ele é a cabeça do corpo, da igreja. Ele é o princípio, o primogênito de entre os mortos, para em todas as coisas ter a primazia

17 – Aquele que vive: v.18

Ele entende a nossa humanidade e o nosso sofrimento, possui poder sobre a morte e conhece o caminho da vitória. Ele voltou à vida. Ele tem poder sobre a morte e dá a vida eterna. Ele “foi morto, mas agora vive” depois que experimentou o sofrimento de uma morte cruel. Nossa visão da morte é diferente da dEle, porque Ele está enraizado na eternidade.

18 – Chaves do Reino: v.18

Ele possui a autoridade sobre o Inferno e a Morte, e a chave de Davi para implantar e estabelecer o Reino. Ele possui a chave de Davi para abrir e fechar todas as portas necessárias.


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