Posts Tagged ‘igreja’

Jesus, O Mestre – Peter Leithart

29 de junho de 2016

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Se não o único, Reenvisioning Theological Education [Revendo a Educação Teológica, em tradução livre] de Robert Banks, é uma raridade em meio aos estudos sobre educação teológica, pela quantidade de atenção dedicada aos modelos bíblicos de educação e formação. Ao rever a literatura recente com o objetivo de repensar a educação dos seminários, ele observa com frequência que pouca atenção é dada as Escrituras. A Bíblia raramente é tratada como fonte normativa para a formação teológica. Banks sabe que não podemos fazer uma transferência direta dos métodos e modelos bíblicos utilizados por Paulo para os dias de hoje, mas ele argumenta que temos que contar com eles se quisermos chegar a uma visão da educação teológica a partir das Escrituras. Banks não reivindica que “voltemos a Bíblia”. Em vez disso, ainda não estamos envolvidos com ela. Banks exorta-nos a alcançá-la primeiro para que possamos “avançar com a Bíblia” (81)

Banks dedica um capítulo à maneira como Jesus selecionava, ensinava e preparava discípulos para o ministério. Ele compara o modo de treinamento de Jesus ao dos rabinos do primeiro século: “ao contrário dessas figuras [Jesus] não tinha local fixo ou salário… e não citava regularmente a autoridade ou procurava a comunhão com outros mestres… Ele também não encorajava seus discípulos a buscarem outros mestres para que pudessem receber uma educação mais completa. Ele não se apresentava como um intérprete da Lei, mas como a própria pessoa por quem a Lei é interpretada e para quem ela aponta.” (108).

A relação de Jesus com seus discípulos difere das relações mestre-aluno. Os discípulos não eram primeiramente “estudantes”: “A palavra manthanein aparece apenas uma vez, em estreita relação com ensino e, ainda assim, se refere às parábolas.” Eles também não eram servos: “Jesus era um mestre diferente de seus contemporâneos. Se a terminologia “amizade” em vez de servidão remonta a Jesus ou não [acredito que sim. PJL] ela justamente transmite o espírito de sua associação com seus seguidores… Embora não devamos entender isso em termos igualitários contemporâneos, João indica que envolvia mutualidade e amor.” Banks cita o comentário de CG Montefiore, que seguir a Jesus envolvia mais servir do que estudar, serviço aos outros e não a Jesus. Montefiore diz que foi uma “coisa nova” que “não se encaixava” com a abordagem rabínica usual (108-9).

 
Banks também aponta para a “formação holística e comunitária que os discípulos receberam enquanto acompanhavam Jesus. Isso ocorreu, em parte, através de instrução verbal como o Sermão da Montanha e as parábolas…, Em parte através de ações milagrosas de cura e expulsão de demônios, exercer o perdão, bem como sofrer perseguição, e em parte através do comer, beber, e orar juntos.” O ponto central de tudo isso “era preparar e treinar os Doze.” Citando William Lunny, Banks conclui que “Jesus estabeleceu uma série de “sessões de treinamento” e “experiências de imersão” para eles… não era uma preparação dos Doze para missões que estava em primeiro lugar em sua mente, mas o envolvimento dos Doze na missão” (110-11).

Peter Leithart

Tradução & Revisão Base Publishing Team

Arquivo Original

 

 

Recuperando a Doutrina da Vingança de Deus – @DaltonThomas

14 de janeiro de 2015

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“O Dia da Vingança estava em Meu coração…” Isaías 63.4

O dia 10 de Junho de 2014 foi um dos dias mais pesarosos da minha curta vida. Foi o dia em que a cidade de Mosul caiu sob o poderio do Estado Islâmico (ISIS).

Lembro-me de estar sentado em meu sofá, em minha sala de estar, assistindo aos vídeos e fotos mais pavorosos que já vi aparecerem em uma enxurrada de hashtags nas mídias sociais. Execuções em massa eram postadas no Twitter. Gargantas eram cortadas no Youtube. Covas eras cheias de corpos sem vida e eram postadas nos Instagram. Sem censura. Friamente. Sem parar. Ao redor de todo o mundo, pessoas como eu sentaram em seus sofás e assistiram os soldados bárbaros do Estado Islâmico cometerem os maiores crimes de guerra da história moderna. Enquanto regimes assassinos do passado tentaram de todas as formas apagar suas atrocidades diante da comunidade internacional, os esquadrões da morte de Al-Baghdadi se gabavam das suas.

Poucos dias depois de a cidade cair, um amigo meu postou uma foto da porta da frente da casa de sua família, em Mosul, no Instagram. Ela estava marcada com a letra árabe “N”. Eles eram Cristãos. A foto que ele postou era sua despedida de sua vizinhança. Ele foi um dos sortudos que escaparam com vida.

Nas semanas seguintes à queda de Mosul e às execuções em massa em lugares como Tikrit, a comunidade internacional começou a debater uma resposta adequada ao regime que teria feito os Nazistas corarem. Os Cristãos começaram a oferecer suas opiniões sobre as virtudes da não-violência, a insanidade da guerra, a responsabilidade ética de proteger o oprimido e todo tipo de argumento imaginável.

Daqui, do conforto da minha sala de estar, do outro lado do mundo, meu coração se encheu com tantas emoções diferentes enquanto eu lia os tweets e blogs e posts de Facebook dos Cristãos que estavam tentando apresentar seus pontos de vista de maneira persuasiva, competindo e contradizendo-se. De todos os sentimentos que senti, o pesar foi o mais forte. Me entristecia a magnitude do sofrimento humano nas mãos do homem mau. E me entristecia ao perceber a inabilidade geral da igreja em compreender, opinar sobre ou abordar o assunto.

Quando Mosul caiu, as fachadas que cobriam a falência espiritual da igreja ocidental caíram com ela. Não tínhamos nada a dizer. E a maior parte do que estávamos dizendo não deveria ter sido dito de maneira alguma (considerei a possibilidade de incluir alguns prints dos tweets de líderes Cristãos durante os meses em que trabalhei neste artigo, mas decidi não fazê-lo).

Ao passo que os meses rolavam, me esforcei por descobrir e entender algumas das razões para nosso silêncio, nossas “palavras sem conhecimento que escurecem o conselho” (Jó 38.2) e nossa inabilidade de até mesmo olhar dentro do abismo brutalmente negro do Corão, que sanciona a violência jihadista (e me incluo nesse grupo apontado).

Fui levado a acreditar que a maior das razões é a nossa resistência pessoal e cultural, a nossa rejeição da realidade da vingança, retribuição e julgamento de Deus.

 

A VERDADE MAIS SUBDESENVOLVIDA DE NOSSO TEMPO

Consigo pensar em poucos assuntos que são tão impopulares quanto importantes, como a doutrina da vingança de Deus é hoje em dia.

O Cristianismo contemporâneo pop-cultural a evita amplamente, a descarta e abertamente a rejeita. Jesus, o Juiz, é como se fosse aquele tio bêbado de quem todos nos envergonhamos em todas as reuniões de família de fim de ano. Preferimos fingir que Ele não existe.

Será que essa é a realidade teológica mais preterida dos nossos tempos?

Nesse momento da história tumultuado, ruidoso, violento e agressivo é imperativo que a recuperemos.

 

O QUE É?

A mensagem bíblica da vingança está gira em torno da realidade da retribuição divina no tempo e no espaço. É a reivindicação da palavra de Deus, do caráter de Deus, da aliança de Deus e do povo de Deus.

É grandemente e quase totalmente associada ao fim dos tempos, o Dia do Senhor, quando a janela de anistia e misericórdia (atualmente aberta) será fechada em preparação para a limpeza e restauração da ordem, que estava condenada. É o Dia quando o Senhor manchará Suas vestes com o sangue das nações, às quais Ele pisa como a uvas num lagar (Isaías 63); o Dia quando Ele fará com que a face da terra murche (Isaías 24); o Dia em que o Senhor ferirá os cabeças de muitos países e a tudo encherá que corpos mortos (Salmos 110); quando abaterá a soberba dos tiranos (Isaías 13); o Dia em que Sua indignação e Sua ira aos que são desobedientes (Romanos 2); quando executará punição eterna aos que não obedecem (II Tessalonicenses 1.8,9); separa as nações entre ovelhas a serem recompensadas e bodes a serem condenados ao fogo eterno (Mateus 25); beberá do cálice do furor do Senhor (Isaías 51 e Apocalipse 16); cortará em dois os maus e os hipócritas (Mateus 24); ferirá a terra com a vara de Sua boca (Isaías 11); executará o julgamento dos rebeldes, destinando-os ao fogo eterno (Judas); lambuzará Sua espada do sangue e da gordura daqueles que se opõem a Ele (Isaías 34); despedaçará as nações como um oleiro quebrando vasos de barros (Salmos 2); e pagará aos maus com a merecida retribuição e vingança (Romanos 12).

Dado o número de passagens que detalham o Dia quando Deus irá executar Sua santa vingança, podemos compreender porque Ele disse a Isaías: “O dia da vingança estava em meu coração” (Isaías 63.4).

 

ÓDIO POR UM DEUS QUE JULGA

A razão principal de que a realidade da vingança de Deus é impopular em nossos dias, é porque a achamos ofensiva nos terrenos lamacentos em que “surge como uma contradição dos atributos sensíveis de Deus: Sua misericórdia, Sua gentileza, Sua bondade, Sua paciência.

Como diria A. W. Tozer: “Deus nunca suspende um atributo para exercer um outro.” Jesus é o Leão e o Cordeiro. A vingança e a misericórdia não se contradizem entre si, assim como não o fazem o Lago de Fogo e os Novos Céus e Uma Nova Terra; eles são verdades; preciosos, importantes, verdades duradouras. É tão frequente encontrarmos frases sobre “a bondade e a severidade de Deus” (fazendo uso das palavras de Paulo, em Romanos 11.20-22), estando lado a lado no mesmo contexto.

Ele não é misericordioso OU justo. Ele é Deus.

Todas as heresias e erros vêm de uma tentativa carnal de opor realidades legítimas e categorias umas contra as outras. Precisamos resistir à tentação do reducionismo teológico que tanto permeia nossa cultura Cristã tão superficial. Deus é bom. Nós exploraremos as profundezas de Sua bondade por eras sem fim. Mas Ele também é justo. A forma como Ele executa justiça não contradiz Sua bondade, só a confirma.

 

MAS E O NOVO TESTAMENTO?

Um dos motivos pelo qual a vingança de Deus é escarnecida pelos crentes hoje em dia, é porque tantos já compram a conclusão de que essa é uma “ideia do Antigo Testamento”, que foi abolida, de alguma maneira, pela mensagem central do Novo Testamento. Como um pregador disse uma vez: “Jesus é teologia pura” para persuadir as pessoas de que, em Sua misericórdia e amor, Jesus supostamente nos deu uma nova imagem de Deus em que podemos permanecer; uma imagem que nega a severidade de Deus, que podemos ver no Antigo Testamento. Os problemas com essa apologética são enormes.

O problema com a ideia de que a graça do Novo Testamento suplanta a vingança do Antigo Testamento (que são categorias falsas e vazias) não somente é que o Novo Testamento está repleto de afirmações pesarosas da santa fúria de Deus, mas também que Sua vingança é, de maneira bem real, mais aterrorizante agora do que era antes de o sangue do santo Filho de Deus ter sido derramado. A certeza da vingança de Deus é solidificada no Novo Testamento, e não abolida. Considere isto:

Quebrantando alguém a lei de Moisés (Antigo Testamento), morre sem misericórdia, só pela palavra de duas ou três testemunhas. De quanto maior castigo cuidais vós será julgado merecedor aquele que pisar o Filho de Deus (Novo Testamento), e tiver por profano o sangue da aliança com que foi santificado, e fizer agravo ao Espírito da graça? Porque bem conhecemos aquele que disse: ‘Minha é a vingança, eu darei a recompensa’, diz o Senhor. E outra vez: ‘O Senhor julgará o seu povo’.“ Hebreus 10.28-30
A frase “de quanto maior castigo” é de dar calafrios. O Evangelho da graça que encontramos no Novo Testamento não nos ensina que a vingança é negada pela graça, mas que se o Espírito da graça for insultado, se o sangue do Filho que foi morto for pisado e profanado, se Sua misericórdia for escarnecida, o Senhor irá “recompensar” com “vingança”.

É importante reconhecer que se formos comparar o número de versos sobre a severidade de Deus, o Novo Testamento se equipara ao Antigo Testamento. E é interessante notar que a maioria dos textos sobre vingança, julgamento e retribuição de Deus no Novo Testamento são pastorais, por natureza. Por exemplo, considere Romanos 12, um capítulo em que Paulo transiciona de sua seção sobre “o mistério de Israel”, em Romanos 9 a 11 para exortações pastorais a uma comunidade que passa por aflições, por injustiças pessoais. “Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira, porque está escrito: ‘Minha é a vingança; eu recompensarei, diz o Senhor’.” (Romanos 12.19)

O contexto do versículo é a perseguição e os maus-tratos de crentes. A eles, Paulo diz: “Quando as pessoas os desonrarem, tirarem as coisas de vocês, fizerem mal a vocês, zombarem de vocês ou matarem seus entes queridos, deixe que sua sede por justiça seja extinguida pela certeza de que o Senhor irá intervir por vocês com forca e fúria, um dia.” Os detalhes específicos de como vai ser aquele Dia são explicados à outra comunidade necessitada do poder assegurador da doutrina da retribuição divina.

“Se de fato é justo diante de Deus que dê em paga tribulação aos que vos atribulam, e a vós, que sois atribulados, descanso conosco, quando se manifestar o Senhor Jesus desde o céu com os anjos do seu poder,
com labareda de fogo, tomando vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo. Os quais, por castigo, padecerão eterna perdição, longe da face do Senhor e da glória do seu poder, quando vier para ser glorificado nos seus santos, e para se fazer admirável naquele dia em todos os que crêem (porquanto o nosso testemunho foi crido entre vós).” I Tessalonicenses 1.6-10

Atente para a linguagem. “Se de fato é justo”. “Dê em paga”. “Tomando vingança”. “Por castigo”. Um Soberano justo que paga os homens rebeldes com aflição por punição devastadora eternamente não pode ser popular em nossos dias. Mas isso não muda o fato de que isso é o que o Homem a quem amamos e adoramos fará em Sua aparição. Esse é o nosso Jesus.

Esse texto, em particular, deixa claro que nós não somente não mudaremos o futuro ou o caráter de Deus por negarmos que Ele é um Deus de vingança, mas também que estamos roubando a Igreja uma das realidades fundamentais que nos sustenta para suportarmos sofrer injustiça.

PORQUE É IMPORTANTE

Além de ser simplesmente verdadeira, a doutrina da vingança de Deus é importante por dez mil motivos. À luz do momento histórico em que nossos filhos estão sendo criados, um tempo de injustiça, depravação, violência e pecado sem precedentes, eu quero fazer menção de duas razões.

É importante para a Igreja perseguida. O alivio está a caminho. A retaliação é inútil. Nosso desejo por vingança e conforto será satisfeito. Aqueles que afligem os justos serão recompensados na íntegra no grande Dia. Outrossim, tentados a chicotear nossos inimigos em busca de obter justiça por nós mesmos, a realidade da vingança divina nos muda. Passamos a ver nossos inimigos de maneira diferente. E nos vemos de forma diferente, também. Sabendo que seremos recompensados por nosso sofrimento e que eles serão esmagados por terem infligido o sofrimento, nossa agressão se torna em compaixão intercessória, por meio da qual buscamos a salvação daqueles que, caso não se arrependam, sofrerão as eternas consequências por sua provocação. É por isso que o escritor de Hebreus pôde dizer:

“…suportastes grande combate de aflições. Em parte fostes feitos espetáculo com vitupérios e tribulações, e em parte fostes participantes com os que assim foram tratados. Porque também vos compadecestes das minhas prisões, e com alegria permitistes o roubo dos vossos bens, sabendo que em vós mesmos tendes nos céus uma possessão melhor e permanente. Não rejeiteis, pois, a vossa confiança, que tem grande e avultado galardão. Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa.” Hebreus 10.32-36

Deus recompensa e Deus executa a retribuição. É quem Ele é. O sangue derramado de Jesus amplifica quão misericordiosa Sua misericórdia realmente é e quão poderosa Sua fúria pode verdadeiramente ser.

Também é importante para os pregadores do Evangelho. O Dia da vingança do está no coração do Senhor. A janela de misericórdia e anistia eventualmente irá se fechar. O Evangelho do Reino que proclamamos tem tanto a ver com a misericórdia rica e disponível quanto com a justiça e a retribuição. Há uma pena para o pecado. Devemos dar testemunho tanto dos momentos doces quanto dos momentos amargos; de Sua bondade assim como de Sua severidade.

O ambiente do mundo ocidental nos permite o luxo de não lidar seriamente ou responsavelmente com as grandes questões surgidas em eventos como as que transpiraram no Levante de Junho passado (eventos que continuam acontecendo até hoje). A realidade infeliz é que esse luxo está, na verdade, mutilando nossa capacidade de testemunhar em nosso país e fora dele. E o mais importante, está erodindo nossas almas. “Como?”, você pode perguntar. Nos encorajando a continuar recorrendo às mentiras em que temos acreditado por muito tempo e continuar propagando essas mentiras sobre Deus.

Ó, Senhor Deus,

A quem a vingança pertence

Ó, Deus, a quem a vingança pertence

Mostra-te resplandecente.
Exalta-te, Tu, que és Juiz da terra…
(Salmos 94.1-2)

Texto original de Dalton Thomas

Traduzido por Christie Vieira Zon

Próximos Eventos @ABaseOrg – Outubro / Novembro / Dezembro

13 de outubro de 2014

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Está no ar o site da Base: www.ABase.org #ABaseOrg

16 de setembro de 2014

Finalmente, está no ar o site da Base: www.ABase.org

Depois de procurar vários sistemas, fazer vários testes, estamos prontos para colocar a cara na rede. Ainda que incompleto de conteúdo (em breve com videos e novo podcast), temos o suficiente para falar quem somos e o que Deus tem feito em nosso meio.

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Este é o site da comunidade que tenho pastoreado durante os últimos 7 anos. Eles são minha ‘base’, literalmente. O porto seguro de onde parto e para onde volto. Viver a vida real, todos os dias, com esta comunidade é o melhor remédio para manter os pés no chão, gerar frutos palpáveis, e histórias que o tempo comprovam: não há vida fora da igreja.

Um abraço,

Victor Vieira

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Uns Aos Outros – Youtube Audio

10 de julho de 2014

 

Me senti um peixe fora d’agua em pleno ano 2000 sendo movido a compor uma canção de comunhão. Uma canção que não é nada “vertical”, daquelas que se canta olhando no olho do irmão, abraçando a Igreja inteira, naquilo que era para mim, até pouco tempo atrás, um momento constrangedor e desnecessário no meio do culto público.

Cheio de confiança organizei as frases que me vieram a cabeça após mais um atendimento pastoral, a melodia já veio pronta, e este refrão,  que parecia que já havia sido escrito por alguém.

A grande verdade é que a vida da Igreja salvou minha vida, a vida da minha família, da grande chance de me perder em mim mesmo, ou em meu ministério.  Reparei que a frase e o sentido de  “Uns Aos Outros” ser repetido dezenas de vezes no novo testamento era o Senhor Jesus enfatizando qual era a vontade de Deus para nós, como corpo e como família. Percebi que se não fosse os irmãos me colocando no meu devido lugar, me mantendo no chão, me mergulhando na realidade da ‘vida real’ diariamente, eu nunca poderia ter experimentado a graça de ver e entender o Corpo de Cristo.

Esta música é muito especial para mim, difícil cantar sem chorar. Quero dedica-la a todos os que antes de mim cantaram sobre a importância de sermos um e nos amarmos bem, e a todos os que assim como eu prosseguem acreditando na Igreja.

Em amor e em Jesus,

Victor Vieira

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Treinamento – Liderando Reuniões de Oração

12 de fevereiro de 2014

Treinamento - Liderando Reuniões de Oração

Treinamento: Liderando Reuniões de Oração

Segunda-feira • 17/02 • 19h

Entrada Franca • traga sua oferta.

Faremos um treinamento para todos os que já estão trabalhando e para os interessados em servir na Sala de Oração.

Conteúdo:

Dinâmicas da Sala de Oração
Modelos de Oração
Logística e Operações

Crescendo em Paixão Por Jesus – Parte 01 – ‘O que é Oração’

7 de fevereiro de 2014

Paxião Por Jesus - Parte 01 ‘O que é Oração’

Todos nós quando nos convertemos fomos ditos que: Temos que ler a Bíblia; Temos que orar. Poucas pessoas foram ensinadas a fazer isto, o que gera uma responsabilidade e uma inviabilidade, e consecutivamente uma culpa eterna. Meu desejo de escrever esta série de artigos é ajudar o cristão normal a ter uma vida exuberante com Deus, com intimidade e relacionamento fluindo de maneira sustentável e duradoura. Não acho justo dizer que todo mundo precisa ter uma vida de oração, melhorar sua vida de leitura na palavra, mas não oferecer recursos que auxiliem a jornada e faça dela uma jornada possível para um crente normal, que trabalha de 8 as 18 de segunda a sexta.

Preparei este quadro acima, infantil sim, porém vai direto ao assunto!

Quadro 01 – Expectativas

Quando separamos um tempo para orar, gostaríamos que fosse sempre “a “melhor vez de todas”, assim como aquela vez que Moises orou e a sarça ardente não se consumia, ou quando ele ordenou ao mar e ele se abriu. Expectativas altas, bons sonhos, bons planos são fundamentais para uma vida bem sucedida em qualquer área, embora a realidade as vezes possa não suprir a expectativa, isso não é motivo para desistir ou negociar.

Quadro 02 – Petições

O senso comum sobre oração é “um momento para pedir coisas a Deus, com a certeza de que tudo vai ser realizado”. Geralmente quando se fala de orar, se entende pedir alguma coisa. As vezes, para alguns, Deus pode se parecer com um Papai Noel, sempre pronto a dar presentes se nos comportarmos direitinho. Orar não é só pedir, embora pedir também é uma forma de orar. Pedir é uma parte muito importante da nossa devoção, com efeitos terapeuticos e com recompensas sobrenaturais. Pedir a Deus é uma atitude que devemos manter e desenvolver, mas não é o único lado da moeda.

Não andeis ansiosos por coisa alguma; antes em tudo sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus pela oração e súplica com ações de graças;
e a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus. Filipenses 4:6-7

Outras referências bíblicas sobre como orar: a) Insistentemente – Lucas 11:5-13 b) De forma completa – orar, interceder, adorar – Mateus 6:9-13

orar é encontrar com Deus

orar é encontrar com Deus

Quadro 03 – Frustração

O que leva uma pessoa a se frustrar com sua própria vida de oração não são suas expectativas no mover de Deus, ou em pedidos não atendidos. O que leva a mornidão e ao desânimo em uma vida de oração é o ‘não saber o que fazer’ naquele momento. Muitas vezes oramos toda a nossa lista de pedidos, os pedidos dos nossos amigos que já anotamos, mas só esta parte certamente não gera uma vida de oração sustentável.

Quadro 04 – Desfrutar

Mas então, o que é orar? Como podemos definir o que é orar? A melhor definição sobre oração na minha opinião é bem simples e abrangente: Orar é encontrar com Deus.

Para esclarecer os quadros anteriores, vamos imaginar os nossos relacionamentos. Se nos encontramos com alguém apenas para pedir coisas, nos tornaremos aproveitadores. Existe a máxima de que devemos sempre pedir, pois “o não já temos”. Creio que quando se trata de nós e Deus, não é pedir por que ‘o não já temos’, mas devemos aprender a pedir o que Deus realmente deseja fazer, assim como Jesus, que embora naturalmente não desejasse a cruz, amava fazer a vontade de Deus. Mateus 26:42

E se nós nos encontramos com alguém apenas para pedir coisas para terceiros, como seria esta relação? Complicada e esquisita, não é?

Relacionamentos se constroem no falar e também no ouvir, no interagir e no cooperar, e na profundidade do que se conhece sobre os envolvidos; preferências, opiniões, sentimentos, desejos, sonhos. É assim que se constrói algo sólido e duradouro.

Você deve saber que todo relacionamento que recebe investimento intencional, cresce, floresce e dá frutos. Da mesma forma com os nossos encontros com Deus. Precisamos ser intencionais no nosso tempo com Deus. Investir com todos os recursos que pudermos para levar o nosso relacionamento a novos níveis de profundidade e cumplicidade. Deus sempre quis ter amigos! Imagino Deus e Abraão, quando finalmente deixaram de ser conhecidos para se declararem amigos.

O Apóstolo Paulo queria que seu discípulo Timóteo fosse intencional em seu relacionamento com Deus, e lhe deu as seguintes dicas em 1 Timóteo 2:1: ‘Timóteo, antes de fazer qualquer coisa, faça seus pedidos, suas orações, suas intercessões e adore.’

a) Pedidos/súplicas: mantenha sempre com você um caderno, que vai ser a sua história com Deus. Ali você pode anotar todos os seus pedidos, e com o tempo você pode medir a eficácia das suas orações, conferindo de tempo em tempo as orações respondidas! A lista de oração te mantém focado no que você precisa orar, cobrindo os pedidos mais urgentes, os pedidos frequentes, e sempre atualizando a lista.

O segredo aqui não é pedir por pedir, é aos poucos começar a entender o que é a vontade de Deus e orar de acordo com Sua vontade.

intercessão coletiva

intercessão

b) Intercessão: Esta parte é muito importante, pois todos devemos cooperar com a vontade de Deus na vida uns dos outros. Jó teve sua sorte mudada enquanto orava por seus amigos – Jó 42:10. Em seu caderno, adicione os pedidos de seus amigos, dos amigos dos seus amigos, e de todos que te pedirem oração. A lista de intercessão funciona como a sua lista pessoal, e você também poderá contar testemunhos e observar enquanto Deus se move nas vidas que você está cooperando com Deus.

c) Oração: Este é o investimento, o tempo de qualidade com Jesus. Aqui eu colocaria tudo o que pudermos adicionar como ferramentas que facilitam o nosso encontro com Deus, deixando pra trás as orações de pedidos (pessoais ou intercessão).

Algumas ferramentas que temos usado com sucesso em nossa comunidade são:

– Meditação na palavra (separando pequenas porções das escrituras para ler, escrever, falar, cantar, orar).
– Leituras edificantes no ambiente de oração (leituras que te conectam com o coração de Deus, revelam quem Ele é, o que Ele pensa e sente). Adicionar à leitura os ‘Selah’ (pausas para refletir, concordar, assimilar).
– Arte: Se expressar criativamente no ambiente de oração. (desenhos, pinturas, colagens, etc)
– Escrever: (cartas, reescrever porções bíblicas, diário)
– Cantar: cantar mais do que canções, mas deixar fluir do coração algo que seja seu, novo, real. Não precisa ser afinado nem bonito, basta ser sincero.

desfrutando da presença

desfrutando da presença

d) Adorar: Este é o lugar de descanso separado para o povo de Deus. O lugar onde não precisamos nos esforçar, trabalhar, mas simplesmente desfrutar e contemplar. Muitas pessoas tem dificuldade de desfrutar deste lugar, pois estão presas na mentalidade da recompensa e do merecimento, mas há um lugar preparado para nós simplesmente contemplarmos a beleza da santidade. Onde você simplesmente pode entregar todo o seu amor, demonstrar sua gratidão, expressar sua devoção.

Para desfrutar destes momentos, procure um ambiente que seja favorável, tranquilo, onde você possa ficar o tempo que precisar. Recomendo a dinâmica de pesquisar e estudar as características de Jesus nos evangelhos, em apocalipse, no cântico dos cânticos. Deixe a beleza encher seus olhos, sua mente, sua vida.

Com Paixão por Jesus, Victor Vieira.

Em breve:

Artigo 02 – ‘O que é Interceder’
Artigo 03 ‘O que é Contemplar’

Intensivo em Português no @IHOPKC – Caravana Saindo do RIO em Abril 2014

9 de janeiro de 2014
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Estamos diante de um momento crítico na história. Há um grande declínio espiritual nas nações que tem contribuído para uma grande crise moral que está varrendo a nação. Aborto, tráfico humano e casamento homossexual se tornaram comuns. Os desafios são muito grandes para serem contados.

Embora a crise seja grande e a necessidade de um avivamento ainda maior, Deus está capacitando sua noiva para responder a esses desafios com o poder. Deus está chamando em toda Terra, uma Igreja que ora e que irá envolver seus corações em intercessão para a liberação dramática do poder do Espírito Santo. A expressão do cristianismo irá retornar aos seus fundamentos apostólicos e ver a maior reforma que a Terra já testemunhou.

Jesus profetizou, “Minha casa será chamada casa de oração…” O cumprimento dessas palavras de Jesus estão invadindo a terra em nossos dias. O Senhor está levantando em toda Terra comunidades que oram e jejuam e em breve veremos o livro de Atos novamente acontecer.

Neste intensivo, você experimentará uma semana de imersão na Casa de Oração Internacional de Kansas City (IHOPKC).
Você receberá ensino de líderes chaves do IHOP, treinamento prático de Harpa e Taça, participará de turnos em Português na Sala de Oração Para as Nações e experimentará o ambiente único da Sala Global de Oração, que mantêm adoração e oração contínua por mais de 14 anos.

O alvo deste intensivo é o de equipar você para que você possa entender os ensinos fundamentais do IHOPKC e para que você possa desenvolver a visão em sua própria igreja ou ministério.

IHOPKC – Dpto. Português

O PACOTE INCLUI:

–       Caravana saindo do Rio de Janeiro no dia 26 de Abril. Retorno no dia 04 de Maio.

–       Passagem aérea United Airlines Rio de Janeiro / Kansas City / Rio de Janeiro em classe econômica;

–       Recepção Bilíngüe no Aeroporto Kansas City;

–       Traslado Aeroporto – IHOPKC – Aeroporto;

–       7 noites de hospedagem em apartamento na Base Missionária IHOPKC (Quarto com companheiros da caravana);

–       Inscrição do Evento.

RESERVAS & FORMAS DE PAGAMENTO:

–     À Vista
–     Entrada + 5 Vezes

contato@victorvieira.org
adriana@l7viagens.com.br
luciene@l7viagens.com.br

Telefax:  (27) 3325-0350

Vivo: (27) 99746-4505 / Tim: (27) 98121-8988

Releia um Post sobre uma visita ao IHOPKC – Avivamento Sustentável

 

 

Tatuagem: Pode ou não pode, certo ou errado?

27 de junho de 2013

Ontem a noite recebi um email de um Pastor amigo lá de Portugal, me pedindo ajuda e o que eu pensava sobre tatuagem. Eu relutei, fico com vergonha de falar dessas coisas. É como se alguém quisesse saber porque eu como o que como, ou gosto do que gosto. Semana passada um cara me ligou de um jornal porque disseram pra ele que eu era pastor e tinha tatuagem. Não aceitei fazer a matéria.

Por outro lado, lembrei de um livro que li no ano passado e que falava sobre o assunto. Discordei em tudo, e ainda achei muito triste ver gente escrevendo sobre isso com uma teologia terrorista, baseando o ensino em uma experiência ruim. Preferi ficar na minha, lembrei de um desenho velho que estava na gaveta e fui fazer outra tatuagem.

Hoje decidi escrever. Acho que vai ajudar alguém e vai ser bom para a Igreja. Não quero ser simplista, embora aqui eu não vá me aprofundar muito nos aspectos históricos, culturais, pós modernos, sobrenaturais, pacto de sangue, etc. Preferi ficar somente no que a bíblia diz e no como eu me relaciono com o que ela me diz.

Da Igreja, para a Igreja,

Victor Vieira

ps: pode reproduzir a vontade, desde que citando fonte.

Tatuagem: Pode ou não pode, certo ou errado?

Embora eu não goste de ter que escrever sobre este assunto, me sinto hoje na obrigação de fazê-lo. Acho bem brega falar sobre isso, mas muitas pessoas, não tendo uma opinião formada, ficam confusas e, pior, podem ser conduzidas a grandes desvios e excessos.

Além do mais, algumas opiniões têm sido geradas a partir de um prisma pessoal e não bíblico, ou biblicamente tendencioso, além de ser carregado de experiências sobre o assunto que nem sempre são sadias. Pessoas que tiveram seu encontro com Deus depois de muitos anos e de muitas tatuagens não podem basear todo seu ensino sobre o assunto com base em suas experiências negativas.

E se alguém que nunca desviou, nunca não foi crente (claro, se decidiu por Cristo bem cedo), nunca esteve do lado oculto da força, e tem tatuagens?

Eu, como nascido e criado dentro do evangelho, filho de pastor, no ministério a vários anos, com um razoável número de tatuagens, creio que posso contribuir um pouco com o assunto. Tenho também minha perspectiva e ponto de vista bíblico.

Eu gosto muito de desenhos.

Eu gosto muito de desenhos.

Bíblia

É muito importante conhecer o que é ensino bíblico sobre o tema para não baseamos nossa opinião no contexto cultural ou em experiências de terceiros.

O que a Bíblia fala sobre tatuagens em Levítico 19:28 / Deuteronômio 14:1 precisa ser bem interpretado.

Não façam cortes em seus corpos por causa dos mortos, nem tatuagem em si mesmos. Eu sou o Senhor. Levítico 19:28

Vocês são os filhos do Senhor, do seu Deus. Não façam cortes no corpo nem rapem a frente da cabeça por causa dos mortos, Deuteronômio 14:1

1 – Israel era um povo praticamente “pagão”, recém saído do Egito onde absorveu a cultura e o estilo de vida durante 430 anos de permanência.

2 – Israel estava entrando numa terra cheia de povos que tinham Levitico 19:28 como prática comum.

3 – O texto se refere, mais do que a tatuagem como conhecemos hoje, a qualquer marca no corpo referente a mortos, tanto na pele quanto no corte de cabelo.
Quando uma pessoa se converte, tem uma experiência com Deus e deixa para trás um histórico onde a tatuagem era associada a um estilo de vida de práticas de pecado, conectada à morte, nos parâmetros de Levítico e Deuteronômio, concordo que a prática deva ser abandonada. Acho válido citar uma frase de Rodolfo Abrantes, hoje ministro de adoração e ex-vocalista da famosa banda Raimundos, sobre tatuagens:

“As pessoas dizem: ‘Eu vou para Jesus, mas eu vou levar tudo o que eu gosto’. Mas têm certas coisas que talvez Deus queira simplesmente tirar do teu coração. Eu interpreto da seguinte forma: quando eu senti que era Deus falando comigo, que era para eu parar de fazer tatuagem, creio que era uma ordem simples, que se eu conseguisse obedecer, eu conseguiria obedecer a ordens maiores também.” (fonte: Portal Guia-me)

O que não pode acontecer é uma experiência com Deus de determinada pessoa se tornar o padrão bíblico de ensino para todas as demais.

Deus não faz assim. Tanto é que depois da nação de Israel ter se estabelecido na Terra Prometida como Nação Santa, adquirido os valores eternos pela lei, pelos profetas e por uma caminhada com Deus que já durava muitas gerações, vemos uma interessante passagem bíblica em Isaías.

Este dirá: Eu sou do Senhor; e aquele se chamará do nome de Jacó; e aquele outro escreverá na própria mão: Eu sou do Senhor; e por sobrenome tomará o nome de Israel. Isaías 44:5

Aqui o Profeta diz que chegaria um tempo em que as pessoas voluntariamente escreveriam em suas mãos que pertenciam ao Senhor.

Uma coisa não contradiz a outra, são apenas situações diferentes e que se completam, pois cada pessoa deve compreender o contexto em que vive e de onde o Senhor lhe tirou. Nunca podemos esquecer isto.

Ainda há outro texto – agora já no Novo Testamento, em Apocalipse – em que podemos encontrar a deslumbrante declaração de que o próprio Jesus tem uma tatuagem.

Em seu manto e em sua coxa está escrito este nome: REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES. Apocalipse 19:16

Meu amigo Nic é super de Deus e gosta muito de desenhos.

Meu amigo Nic é super de Deus e gosta muito de desenhos.

Parâmetros Saudáveis

Sabendo que o sistema “Pode e não pode” não funciona, devemos usar os parâmetros de Cristo. Cristo sempre aponta para a motivação das atitudes e não somente para o ato.

O ato em si pode nem ter sido cometido, e mesmo assim pode haver pecado. A atitude pode ser aceita socialmente, pode não ser um pecado catalogado pela lista do “pode/não pode”, porém Jesus sempre está de olho nas motivações.

Como a cultura e o padrão “pode/não pode” variam de tempos em tempos, de lugar pra lugar, de grupo para grupo, a melhor maneira de considerar este asunto é enfocando a intenção do coração. É este recurso que Jesus usa, tornando a nossa relação pessoal e intransferível, pois somente Ele pode conhecer as intenções do coração de cada um.

Nesta hora devemos ser sinceros, pois Ele está atento às nossas motivações.

Conclusão

Eu realmente penso que tatuagem não passa de tinta, não diz muito sobre o que eu sou, nem de quem eu sou. Se fosse assim, Deus não estaria sondando corações, e sim atitudes.

Eu não sou o que visto, nem o que tenho, nem o que digo. Eu sou o que Deus diz que sou, e Ele não faz diferenciação com base em nenhum destes parâmetros anteriores.

Um desenho em minha pele nunca será mais significante do que o real motivo que me leva a desenha-lo em mim mesmo.

Um abraço,

 Victor Vieira

Exibição do Documentário “Father of Lights – Cine Base – Sexta 01/02 as 20h

29 de janeiro de 2013

 

Nesta Sexta dia 01/02 as 20h vamos ter a exibição do poderoso documentário “Father of Lights – Pai das Luzes”.

A entrada é grátis. Traga pipoca de microondas e bebida.

Base: Rua Eurico de Aguiar 905 – Santa Lucia – Vitória/ES – Px. ao cerimonial Oasis e Av. Rio Branco.

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